Rasgo da consciência
A era Humana, presente na actualidade astral, envolvida pela cultura da obdiência dos seres humanos, por outros seres da sua mesma espécie, catalogando a polaridade entre os subjugados e os seus subjugantes, é estranhamente doentia. A leve ideia de uma monarquia regida por uma anarquia pararela, colorida por um véu, para divina protecção do "não conhecimento" VS " não pensamento", reduz a actividade retorica da consciência Onirica. Alguns especialistas do mundo da intervenção psicologica, experiencialistas deste ponto tão cordealmente afectado pela reciclagem do consciente, e motor de busca no ramo do inconsciente, mostram que o seu todo, nao por caracteristicas laboratoriais, mas sim, por uma onda de choques, criando raios ultra-violeta para o seu " não questionar", agregando assim uma forte alienação da nossa intimidade perceptivel, que na sua globalidade não são, para lá do além, de uma invasão de desejos constantes e aberrações da cartilagem cerebral. O núcleo receptor do nosso modo consciente, está condenado a esta energia transportadora, por um ciclo criado e recriado pelo mundo, e interesse dos "patrões" do trono, tão bem camuflados.
A ideia de; Quem sou?; O que procuro? Voltam neste meu caminho, absorvendo uma energia natural de uma plasmação apenas idealizada, o PORQUE aparece incontestavelmente inconsciênte.
O questionado Humus, o demente
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